Hoje foi um dia me chuvoso aqui em Sydney. Na verdade o final de semana inteiro foi assim! E nada como um dia desses para me fazer refletir bastante e pensar na minha família que esta logo ali, do outro lado do mundo.
Minha mãe sempre foi super fã da banda Roupa Nova e por isso eu cresci ouvindo eles. Adoro o estilo e o sentido que a letra das músicas tem, coisa que infelizmente não se vê mais por ai.
Nem sei porque exatamente lembrei dessa música hoje, mas me emocionou muito. Temos asas para ir pra onde quisermos, mas o nosso coração sempre vai bater mais forte no que esta relacionado as nossas raízes. Resumindo, posso estar em qualquer lugar do mundo, mas nada vai ser tão especial quando ao meu país, minhas origens, minha cultura e família.
Esse é o preço que se paga por querer ser cidadã do mundo. Se vale a pena? Infelizmente não tenho a resposta, só sei que…
Sei!
Não é questão de aceitar
Sim!
Não sou mais um a negar
A gente não pode impedir
Se a vida cansou de ensinar
Sei que o amor nos dá asa
Mas volta prá casa…
Hoje o que realmente SEI é que com certeza amo e valorizo isso tudo muito mais (Se é que isso era possível).
Sculpture by the Sea é um evento que acontece todo ano aqui em Sydney desde 1997. São várias artes em formatos totalmente inusitados, utilizados por materiais reciclados (ou não) no caminho entre as praias de Bondi Beach e Tamarama.
Quase que uma procissão de gente fazendo o caminho para ver as esculturas (Objeto colorido embaixo nas pedras)
Bondi é sem dúvida a praia mais famosa da Austrália. Super badalada com uma atmosfera jovem por causa dos mochileiros do mundo todo que ficam por ali, mas também conhecida como o bairro dos Brasileiros (Com certeza o lugar de maior concentração de Brazucas por aqui).
Bondi Beach – Ontem o dia estava lindo e a praia lotada!
Visitei o evento este ano e no ano passado e achei que as esculturas são totalmente diferentes de um ano para outro. Algumas das obras são tão diferentes e/ou simples que você fica se perguntando se é parte do projeto. Bem interessante!
Fotos de 2012 – Visivelmente o tempo não estava tão bom quanto este ano…
Além do visual natural perfeito que o caminho já tem, o evento traz muita cultura e diversão já que algumas esculturas propõem fotos bem engraçadas. O melhor de tudo, como muita coisa boa aqui em Sydney é FREE.
A ideia nasceu de um Australiano que foi morar em Praga por alguns anos e que nem tinha experiência em artes visuais, mas que sempre adorou eventos ao ar livre e o envolvimento com a comunidade. Como todo evento cultural, enfrentou dificuldades financeiras no inicio, mas com muito trabalho e insistência conseguiu lançar o evento que hoje é um sucesso.
Mais fotos das Sculpture desse ano
Tamarama Beach
As artes conseguiram deixar a caminhada e o visual da praia ainda mais bonita e agradável….o que parecia ser impossível! Adorei! Espero participar de muitos outros…
Para conhecer outras praias de Sydney ou nosso roteiro por essa cidade incrível clique aqui.
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Morei 4 anos em SP e todas as vezes que eu recebia uma amiga era sempre a mesma coisa…Sempre queriam ir para o Bom Retiro – Bairro famoso pelas milhares de lojas de roupas femininas.
Em dos vestidos que comprei a mais de 2 anos e continua novinho…
Ir para lá sempre foi uma deliciosa aventura. Você paga bem mais barato (beeem mais barato) e apesar de não ser no conforto de uma loja de shopping, não ter a atenção de uma vendedora (Até porque as lojas estão sempre lotadas e na maioria das vezes você mesmo tem que garimpar por algo), na minha opinião ainda assim vale muito.
Algumas dicas para se dar bem:
A maioria das lojas não deixam experimentar, então vá com uma roupa fácil de coloca algo por cima, tipo leg e uma regatinha.
Se puder evite ir no sábado, é muito cheio.
Algumas lojas só vendem no atacado ou com mínimo de peças, mas não são todas. Pergunte antes!
Vá preparada para andar bastante e carregar muitas sacolas. Tome muita água!
No final do dia va ao Rei do Mate que fica na rua de trás e se delicie por mim num chá mate bem gelado e um pão de queijo com recheio de doce de leite …. Ai que vontade!!!
Importante – A maioria das lojas só aceitam dinheiro ou cheque. $$$
Agora vamos ao que interessa – Onde comprar? Existem milhares de lojas e você com certeza vai enlouquecer! Mantenha a calma e o foco 🙂
No decorrer dos anos aprendi a ir direto ao ponto, ou seja nas lojas que me interessavam. São elas:
Triangulo – Moda geralmente bem colorida e florida, perfeita pro verão.
Talita Kume – Tem de tudo! Geralmente a mais barata. Não tem nome na frente mas é bem grande e geralmente com anuncio dos preços em papel craft. Já comprei peças bem úteis por R$ 10,00 e a qualidade é muito boa.
P.A – Roupas mais sofisticadas e um estilo mais social. Nesta você pode experimentar. Algumas peças vão para lá porque estão com algum defeito ou não fazem parte mais da coleção, mas eu garanto que é possível encontrar boas opções .
Tomato – Loja de casaquinhos lindos. Não achei site mas segue o endereço Rua José Paulino, 318
Localização: Todas as lojas ficam na Av. Jose Paulino nesta ordem, o que facilita muito a nossa vida. Claro que você vai achar outras interessantes também, então já sabe…o dia vai ser longo!
Tudo decidido sobre as compras? Então corre nesse post tenho dicas de onde comer e ficar em São Paulo.
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Hoje a categoria guests com posts especiais de amigos e convidados que já foram para alguns lugares que ainda não fui e que gostaria de ir. Acho que é uma forma também da gente saber o que esta acontecendo por ai….Afinal o mundo não gira só aqui em Sydney, certo?
A primeira convidada é uma super amiga, a Raquel Quintella que além de tudo é uma excelente profissional de Turismo com experiências incríveis. Ela também teve a coragem de largar tudo – Emprego, família e conforto para enfrentar o desafio de viver numa terra diferente por 6 meses, ter uma experiência a mais na vida.
Quando eu li o texto da Raquel sobre o Canadá, tive a impressão que ela estava falando aqui da Austrália. Pois é…Só o Brasil que fica devendo essas coisas. Mais ainda bem que a gente tem a oportunidade de viajar, aprender e quem sabe levar algumas boas idéias para o nosso querido país.
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Vancover – Canadá by Raquel Quintela
Quando cheguei em Vancouver me impressionei com a mistura de raças que tem aqui, uma quantidade enorme de estrangeiros. O Canada é um país multicultural que tem a maior taxa de imigração per capita do mundo. Percebi a presença de muitos asiáticos em todos os cantos, porém os registram mostram que a maior origem étnica é a inglesa seguida da francesa.
Este multiculturalismo é muito interessante, pois nos permite conhecer diferentes culturas através da comunicação, gastronomia, costumes, vestuários… É muito bom ter este contato com diversas nacionalidades e aprender coisas que jamais imaginaria e ainda aprender a conviver e a respeitar cada cultura.
Outro ponto que me chamou a atenção foi a educação e prestatividade das pessoas que vivem aqui. Isso acontece em qualquer lugar! Ao entrar, por exemplo em um shopping mall, e buscar informação naqueles painéis com o mapa das lojas, certamente vai surgir de algum lugar um funcionário do shopping perguntando se você precisa de ajuda. Os motoristas de ônibus me surpreendem a cada dia com seu bom humor e cordialidade, incrível como eles são preparados para dar informações, inclusive turísticas. As três palavras que fazem parte do cotidiano aqui são: sorry, excuse-me, e thank you. As vezes e até engraçado, pois as pessoas pedem desculpas por acharem que poderiam esbarrar em você, muitas vezes fico tentando entender porque alguém me pediu desculpas e ai percebo que essa pessoa QUASE esbarrou em mim.
Aqui existe pontualidade para tudo, inclusive para o transporte público. Eu nunca fico mais de 5 min esperando por um ônibus porque posso enviar uma mensagem de texto do celular com o número da parada do ônibus e eu recebo a mensagem de retorno com o horário dos próximos ônibus podem acreditar, o horário é exato. Tenho também a opção de consultar na internet os horários de todas as linhas de ônibus, sky train, seabus, enfim de todos os meios de transportes públicos.
A prioridade no trânsito é sempre do pedestre ou do ciclista, que são muito respeitados na prática. Os ônibus são equipados para transportar bicicletas com um suporte que fica do lado de fora e o próprio ciclista coloca e retira sua bike. Eles possuem também um sistema que rebaixa o ônibus na altura da calçada facilitando o embarque e desembarque de deficientes, idosos e carrinhos de bebê. Ao entrar no ônibus é comum cumprimentar o motorista e ao sair, agradecer. O motorista esperar as pessoas sentarem e/ou se acomodarem para dar partida, já vi alguns avisarem que estão partindo, parece besteira, mas além do conforto, nos sentimos importantes! O pedestre é obrigado a atravessar sempre na faixa de pedestre, podendo ser multado se não fizer isso.
A água que bebemos vem da torneira, já chega potável em nossas casas.
Vancouver é um lugar que me sinto segura em qualquer lugar e a qualquer hora, tem muita gente esquisita na rua, mas o máximo que vai acontecer é te pedirem um trocado. Quando voltar para o Brasil terei que me acostumar novamente a não andar pela rua falando no celular, não ficar com a bolsa aberta dando bobeira, tomar cuidado ao entrar no carro e etc..
A cidade possui muitos parques, praças, praias e muito verde, árvores e jardins lindos espalhados, isso deixa a cidade com uma beleza única além de incentivar a pratica de esportes e atividades ao ar livre, como tenis, golf, frisbee, ioga entre outros.
Sou muito feliz por ter essa oportunidade de viver por 6 meses em um país de primeiro de mundo, em uma cidade que foi eleita novamente em 2013 como umas das 3 cidades com a melhor qualidade de vida do mundo. Sem falar na experiência do intercâmbio cultural e no aprendizado de um segunda língua.
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Autora
Raquel Quintela, MBA em Negócios pelo Centro Universitário de Vila Velha e turismóloga graduada pela Estácio de Sá Vitória / ES e diretora da All Senses Viagens.
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Uma viagem inicia muito antes da data programada. Começa quando sonhamos com o lugar e o porque gostaria de ir pra lá. Pra mim isso geralmente acontece por causa de algum amigo que foi ou mesmo morou e me contou sobre a experiência vivenciada no local ou por algum livro que li e me identifiquei.
Sou fascinada pela possibilidade de aprender sobre outras culturas. Entender o lugar, o idioma e as pessoas é sempre o mais importante.
Pergunto tudo o que eu posso! Adoro saber os detalhes, aqueles lugarzinhos especiais de onde comer ou comprar.
Nenhuma aula de geografia nunca me ensinou tanto quanto aprendo quando estou preparando um roteiro. Sempre aprendo mais sobre a localização e clima, e parece que fica bem mais fácil de entender quando você esta se preparando para ir pra lá.
Adoro me deparar com a possibilidade de um voo que pára em algum lugar. Qualquer lugar. Pronto, além de conhecer o meu destino final, já tenho mais uma aventura adicional pelo meio. Sempre tendo dar essa esticada pois além de quebrar a viagem com um stopover (se for muito longa tipo Brasil x Austrália), posso conhecer algo mais pelo mesmo preço. Algumas vezes as cias aéreas cobram pequenas taxas por isso, mas a maioria das vezes não. E ali começa minha viagem. Mapas, guias, pesquisas sem fim…. Foi bem assim que nasceram a maioria dos meus destinos, alguns você confere aqui Africa do Sul, Malásia, Potsdam na Alemanha.
Começo a descobrir imensas possibilidade e isso para mim é a melhor parte. Uso muito o TripAdvisor porque ele me mostra quais dos meus amigos do Facebook já foram pro local, assim posso fazer algumas perguntas mais específicas. Também disponibiliza guias locais (para serem impressos) e atrações bem definidas por categorias.
Pesquiso voos no Expedia ou Skyscanner só para ter uma idéia do roteiro, preços e horários. Mas se posso compro com um bom agente de viagens como a Vivenda Turismo (O que acho muito importante, principalmente para quem não tem experiência em viagens) ou direto com a companhia aérea mesmo.
Pra quem gosta de guia de bolso ou de ter algo real nas mãos, para viagens no Brasil sempre usei o Guia 4 Rodas. Além de excelentes dicas acho que são bem profissionais e verdadeiros na hora de escrever os comentários. Quando eu trabalhava em hotel cansei de ver os “reportes” deles pelos hotéis, mas eles só se identificavam no final da hospedagem, quando já estavam fazendo check out e já tinham a opinião formada pelo lugar (Não dando chance para nenhum agradinho extra que influenciasse na pesquisa). Bem confiável!
Uso também alguns aplicativos no Iphone, mas apesar de ter tudo na internet hoje em dia, nem sempre temos conexão 24h e imediata num país diferente, então tento manter tudo num arquivo de word e numa planilha no goodle drive, por exemplo.
Pesquiso em muitos blogs, pergunto e faço o meu próprio roteiro com todas as informações que coleto, o que depois viram um post aqui pro blog, claro.
Aqui um dos meus locais favoritos para relaxar e escrever…E vocês, o que fazem para organizar uma viagem?
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Quem nunca saiu Brasil não viveu a emoção de ouvir o som de uma boa música brasileira como fundo musical em algum canto qualquer do mundo.
Não sabe o valor que tem uma coxinha, um pão de queijo, um chá mate. Um almoço de família aos domingos.
Nem sabe o quanto vale os amigos de muitos anos, mas também aqueles que acabamos de conhecer e passaram a fazer parte da família…
Não sabe o que é encher a boca e o peito pra falar – Sim…Eu sou do Brasil!!!
Todo mundo diz que Bangkok é tipo assim, ou você ama ou odeia. O trânsito, o calor e a movimentação girando em torno das milhares oportunidades de compras podem te enlouquecer, no bom ou mau sentido. Fiz esse roteiro para você que quer aproveitar o tudo de Bangkok ou pelo menos ter uma experiência melhor que a minha por lá.
Decidimos não comprar passeios com agencias de turismo em Bangkok pois achamos que estava bem mais caro do que tudo que já tínhamos feito na Tailândia, pois já estamos a aproximadamente 15 dias no pais, então acabamos nos virando por conta e ficando pela cidade mesmo. (Veja aqui como economizamos para viajar mais!)
Só lamentei não ter feito o Mercado flutuante, apesar de que li tanta coisa sobre “falsos mercados” (vendidos como passeios, mas quando chega no local é apenas uma senhorinha vendendo nada), que desanimei.
O que vale a pena
Os templos (Chamados de Wats) são lindos, mas a maioria paga para ver as partes principais e você precisa estar com roupas apropriadas (Cobrindo ombros e joelhos. Para mulheres tem que ser saia longa). Segue uma foto de como eu fui. Estava um calor de uns 47 graus (sem exagero), minha pressão baixou e quase não aproveitei, isso que fui com esse vestido que é bem leve e só coloquei o lenço para cobrir os ombros – SUPER DICA – Se prepare!
Weekend Market – Maior Mercado do mundo, realmente!!! Aqui seria o lugar para comprar os presentes da viagem. Além de roupas bem baratas tipo camisetas super legais por 50 cents de dolar, vestidinhos por 3 dolares, o mercado é também o lugar para quem quer experimentar iguarias como grilo frito, espetinho de gafanhoto etc.
Shop Shop until drop – Não sou uma consumista assumida, mas confesso que depois de um ano na Austrália com os preços em dobro comparado ao real, Bangkok foi um alivio. Roupas, maquiagem, bugigangas! Amei os shoppings da região de SIAM SQUARE. Nunca fui muito de shopping center mas no caso de Bangkok é uma questão de utilidade pública. Ar condicionado, comida e descanso seguro, tudo no mesmo lugar. Depois de ficar 40 minutos procurando a saída do Weekend market, isso era o que eu mais queria…Olha minha cara de desespero nesse video.
Massagem – Depois de andar tanto, nada melhor do que massagem. Gostei mais das de Bangkok do que as que fazemos na praia. Achei o clima mais tranquilo, a recepção já é com água quente nos pés e o clima bem mais relaxante pois não tem aquele monte de turistas junto. Na verdade no que fomos éramos somente nós dois. Eu estava de vestido, então me deram tipo uma calça para ficar mais confortável. Relaxei tanto que consegui até sonhar! E foi bem mais barato…Em média na Thailandia se faz uma massagem de 1 hora por 200 Baht equivalente a quase 6 dólares.
Relax total
O que eu mais gostei foi o Central World. Passamos o Réveillon lá com um show super bacana. Na verdade foi a melhor parte de Bangkok, sem dúvida. Pagamos algo do tipo AU$ 15 por pessoa para um tipo de camarote VIP em frente ao shopping, onde aconteceriam os shows da virada, os fogos e até o Rei fez discurso. Além de show ao vivo de uma banda que parecia tão famosa quanto Ivete no Brasil (não tínhamos ideia do que ela cantava mas nos divertimos), o valor pago era com consumação e o serviço foi ótimo. Conseguimos até ficar amigo dos garçons e comemoramos a virada com eles 🙂
No litoral eu até me arrisquei comer nas ruas, mas em Bangkok não. Fomos duas vezes nesse Fast Food Tailandês em duas regiões diferentes, ou seja, você vai encontrar fácil nas praças de alimentação por lá. Tem pizza, massa e frango. Além de refrigerante na jarra. Adorei!
Aqui alguns links de alguns experts sobre Tailandia. O meu favorito é o Preciso Viajar da Fernanda. Além de ser uma especialista, ela sempre respondia minhas dúvidas muito rápido, tipo consultoria particular 🙂
Também gosto do Viagem para Mulheres da Flávia. Acho que vale a pena também os posts sobre Cambodia, caso pensem em ir para lá.
Onde se Hospedar?
Ficamos no Seasons Siam Bangkok que no dia que chegamos estava deixando de fazer parte da rede. Gosto muito da rede Accor, geralmente são bem localizados e práticos. Acho que realmente o hotel estava abaixo das expectativas para fazer parte do portfolio Accor.
Além de um atendimento muito abaixo da media, estava lotado, só tocava uma mesma música Indiana (?) incansavelmente no lobby durante o dia. A localização era ok.
Mesmo pra mim que nasci na fronteira do Brasil com Paraguai e cresci vendo algo muito parecido com a muvuca de Bangkok, passar 3 dias lá já foi mais que suficiente.
O que me cansou mais? Além do que já citei, a insistência e exploração descarada dos motoristas de Tuk-Tuk. Um golpe muito comum é eles cobrarem muito barato para te levar pra algum lugar mais longe, como por exemplo 80 Baht (Moeda local), para rodar a cidade. No meio do caminho eles começam a choramingar pedindo que você vá a um tipo de atelier de ternos pois se você for e ficar lá pelo menos 10 minutos o dono da loja dá para ele 5 litros de combustível. No inicio você até se comove e quer ajudar, o problema é que depois da loja de ternos tem a joalharia, a agencia de turismo etc. E no final você descobre que acabou não indo nos lugares que você queria ir, andou embaixo daquele calor e não fez nada. Quando eu lia sobre isso achava que era algo esporádico, mas não, acontece com todo mundo e VAI ACONTECER COM VOCÊ.
Você só precisa ser bem firme e dizer desde o inicio que não esta interessado.
Todos os motoristas, sem exceção, vinham com a mesma conversa. Alguns deles tem pessoas na porta dos templos, dizendo que esta lotado, ou que é melhor voltar mais tarde e oferecendo esse tipo de “serviço”. Adoro ajudar as pessoas, mas odeio me sentir ser passada para trás. E é assim que você se sente lá toda vez que tem que negociar um transporte privado. O que fizemos é pegar um ônibus. Talvez não seja tão seguro, mas pelo menos pagamos algumas moedinhas e nos divertimos.
Caso precise mesmo de um taxi, tente algo na recepção do hotel. Demora um pouco mas foi o mais justo que conseguimos. E tente ficar com ele durante todo o dia. São os poucos também que falam inglês, então muito importante: Carregue o nome do hotel, endereço e locais que quer visitar todos escritos em tailandês. Muitos taxistas não entendiam inglês e tínhamos que mostrar na língua deles.
Algo tipo isso: ประเทศไทยเช่น
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Dicas Extras:
Minha amiga Roberta já foi várias vezes pra Tailândia e me passou as seguintes dicas antes que eu embarcasse. Achei muito útil então pedi a autorização dela pra passar aqui, já que não deu tempo de fazer tudo por mim mesma:
MBK Shopping – Com lojas para comprar prata, por exemplo.
Dica de Hotel Novotel Siam Square (Pathumwan Rd. – Principal). Passei em frente ao Hotel e achei a localização perfeita. Com certeza ficaria lá da próxima vez.
Passeios: Tiger temple e Float Market são longes. Leva um dia inteiro para fazer cada um, então se programe!
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Minha observação – Eu não quis fazer Tiger Temple pois tinha ido a 6 meses atrás para África e feito safari, então não achei interessante em ver animais presos. Também já ouvi que eles são mansos porque são dopados. Então, não gostei da idéia…
Para os voos utilizamos JetStar e AirAsia. Gostei muito, principalmente da AirAsia. Achei os preços dos voos e serviços justos. Nada demais em relação a conformo, na no mínimo isso – preço justo e praticidade principalmente para quem vai voar bastante dentro da Tailândia. O legal também é que sem pagar nada mais na passagem conseguimos fazer um stopover na Malásia conforme descrevemos aqui.
Para finalizar, me desculpem as pessoas que tiveram uma melhor imagem de Bangkok e se estou generalizando, mas realmente a única vantagem que vi é que TUDO é bem mais barato do que nas praias, como massagens e souvenir por exemplo. Tudo bem que cheguei em Bangkok já cansada após uma viagem longa de quase 20 dias e depois te ter passado por 3 países, o que mais queria era ir para casa, mas no geral, só voltaria para lá se realmente tivesse parada obrigatória devido aos roteiros, no mais iria direto para as praias onde achei as pessoas bem mais honestas e hospitaleiras.
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Hoje conheci a história do The Hungry Cyclist, um britânico que viaja o mundo de bicicleta para conhecer os mais variados pratos por onde passa. Ouvi dizer que ele desenvolveu também algumas ações sociais nessa jornada.
Achei a história dele bem interessante. Além de viajar e de conhecer bem a cultura local, de quebra vai fazendo um exercício e ajudando as pessoas, perfeito!
The Hungry Cyclist no Brasil
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Aqui em Sydney muita gente vai trabalhar (e vai também para qualquer outro lugar) de bicicleta. Isso porque existem ciclovias nas principais ruas e todo mundo respeita muito o ciclista. Pra ajudar a cidade é cheia de parques e tem um clima muito bom, com dias bem bonitos, céu azul, muito verde e de quebra a brisa do mar.
Até delivery aqui é de bike. Vejam só essa empresa Deliveroo que legal.
Mas não é só aqui em Sydney que isso funciona. Já vi pelo menos em Paris, Berlim e no Japão onde eu mesma fiz todos os meus passeios de bicicleta, mas sei que tem em muitos outros lugares. Tenho visto também muitos brasileiros engajados na luta pela causa no Brasil (Mais ciclovias, envolvimento e respeito). Acho ótimo pois poderíamos resolver boa parte do problema do trânsito de São Paulo se tivéssemos mais bicicletas nas ruas. Mas a questão é que além de um problema cultural – Acho que brasileiro tem um certo preconceito de ir para o trabalho numa bike – mas também porque infelizmente não temos segurança para os ciclistas.
Além de ajudar a fazer a cidade _andar_ pedalar também faz bem pra saúde, para o físico e porque não para o bolso? Afinal é de graça…
Como uma turismóloga, tenho um sentimento de responsabilidade pelo meio-ambiente e turismo sustentável, por isso quero incentivar você também a _viajar_ na sua bike. Pode ser uma viagem para o trabalho ou para um parque, mas o importante é de alguma forma se envolver com a sua bicicleta. Vou postar no facebook as fotos das bikes que encontro pelo mundo, e vou desafiar você a mandar a sua, onde quer que você vá.
Esta foto tirei aqui em Sydney numa livraria próximo da Oxford Street, uma rua super badalada por aqui. Essa de quebra estava servindo como luminária para a decoração da loja, e a sua?
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Conheça também pouco mais da nossa história com os nossos videos no nosso canal do youtube aqui!
Nunca consegui decidi qual a melhor praia daqui, então porque não fazer um post com as melhores Praias de Sydney. Desde quando eu cheguei tenho uma listinha de praias que quero conhecer e já fui em algumas, mas ainda faltam muitas. Agora no inverno tenho ido passear e acreditem, é uma delícia. Ainda mais que o inverno aqui esta colaborando muito, durante o dia chega a 21 graus e sempre com muito sol.
Como não tenho viajando muito (Ok, minha vida já é uma viagem desde o dia em que decidi morar na Austrália), acho que posso aproveitar bem meu tempo dessa forma.
Pra vcs terem uma idéia, a Austrália é um país com quase todas as cidades costeiras _Por isso também é reconhecido como maior ilha do mundo_ e as cidades que não tem praia, como a Capital Canberra por exemplo, estão a aproximadamente 30 minutos de uma. Não é demais?
Murray Bay
A primeira praia vai ser uma queridinha que fica bem pertinho da city, a Murray Bay. Na verdade nem sei se dá pra considerar exatamente uma praia, ja que este maravilhoso pedacinho de areia fica em Double Bay, que é apenas…BAY, e o que também faz com que muita gente confunda (como eu) o que é o que por ali. Mas não importa, o importante é que nesta praia tem algo super interessante….uma barreira fazendo com que as algas ou animais marinhos não passem para o lado praia que acaba se tornando na verdade uma piscina.
Além disso, essa vista com os barquinhos dão um super charme, não?
Outra coisa super bacana são essas pranchas de madeiras na água. Servem para um descanço após umas braçadas ou para tomar um solzinho antes de voltar para areia. Um máximo, não?
P.S – Eu estou lá na passarela, no meio da foto com os braços erguidos 🙂
Lá mesmo em Murray Bay tem um café super badaladinho, ou seja, não vão faltar motivos para visitar.
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Não sou muito chegada no frio, amo praia e calor, porém, mesmo assim tem aquele momento em que um Turismo de Inverno, uma cidade de serra, um fogão a lenha, fondue, podem fazer a diferença e tornar qualquer escapadinha de final de semana inesquecível.
Algumas grandes cidades são privilegiadas por terem bem pertinho perfeitas cidades neste estilo – Geralmente entre uma a duas horinhas de carro.
Aqui em Sydney temos Blue Mountains e Hunter Valley. Rio de Janeiro tem Petrópolis. Porto Alegre então nem se fala, tem a Serra Gaucha inteira, em especial as queridinhas Gramado e Canela. O sul de Minas também tem também diversas opções, como por exemplo Poços de Caldas que ainda não fui, mas gostaria muito de conhecer (Mais uma pra lista!).
Hoje quero falar em especial de Campos do Jordão. Já fui algumas vezes, a primeira foi pra comemorar nosso primeiro aniversário de casamento. Tínhamos acabado de mudar para SP e ainda não conhecíamos, então acabou sendo uma idéia muito legal. Fomos no primeiro final de semana de Janeiro, mas conseguimos pegar um friozinho…. super romântico.
Gastronomia
Além do Fondue, Campos também tem muitos pratos a base de Truta. Comi um com molho de amêndoas maravilhoso! E você pode encontrar basicamente em qualquer esquina.
Um dos restaurantes mais inesquecíveis que fomos foi Matterhorn super charmoso com fondue e direito até a show de piano. Tudo guiado pelo Guia 4Rodas, que indico muito, assim como o TripAdvisor para pesquisas sobre locais, hotéis e atrativos.
Onde se hospedar em Campos do Jordão?
O Hotel que ficamos foi o Week Inn que tinha uma lareira no quarto e a localização lá no topo da cidade tornava o ambiente bem interessante.
Viagem com amigas
Uma outra vez fui para uma feira de Turismo, a AVIESP. Fui com minhas amigas de trabalho, mas no final nos divertimos muito, ou seja apesar do ambiente para casais que esses locais oferecem, super recomendo para amigos que querem aproveitar um final de semana diferente. Uma das pousadas que minhas amigas ficaram era super charmosa e merece um destaque aqui: a Santha Serra uma graça, cheia de detalhes e mimos. Tudo que AMO.
Solange e Josy – Amigas de longa data
Com certeza pretendo voltar e ficar lá na próxima oportunidade.
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